terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Espinhos


Dia de desgosto,fúria!

Escrevo aqui como se pudesse esmurrar qualquer injúria.

Nasci com um destino,

Desde menino alçava o céu.



Não admito que me olhe!

Não admito que fale sobre mim!

Porque eu sou o bem que você jamais viu,

Sou o homem que você jamais ouviu falar.



Hoje sinto ódio

Como se a cabeça doesse.

Como se fechasse algo ruim por dentro.

O raciocínio fica lento...

Quero só destruir...



Parece,a destruição,um remédio.

Um remédio com seus efeitos colaterais.

Você viu Deus passar?

Viu Seus passos acompanharem aos meus?

Provavelmente não...

Me perdi desse caminho.



Fiz do amor minha rosa,amei.

Senti o cheiro da mulher que seria pra vida inteira à distância,chorei.

Chorei sua beleza intocável.

E o que me sobrou foram espinhos.

E os espinhos da carne... hoje corrompem a alma.



Deus abençoe,livre e guarde...



(Eber Vasconcelos)

3 comentários:

Daniel Bastos disse...

Espinhos
espinho meu caro
espinhos
ah, esses espinhos...
como doem
como ferem
como machucam
espinhos...

não tenho disse...

Espinhos....
Conhecem-nos apenas os que se feriram.
E em troca aprendem a reconhecer as plantas que os produzem...
Em suma, espinhos são aprendizagens!!!
Queila

Eber Vasconcelos disse...

É Daniel... esses espinhos ferem,machucam e como bem comentou a Queila podem ser vistos como aprendizados.

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