terça-feira, 6 de julho de 2010

Flagelo


Lâmina corta a carne,
Cheiro de carnificina.
O fungo apodrece a carne,
Cheiro de carniça.
O fogo queima a carne,
Cheiro de enxofre.
Ode ao equilíbrio e paz,
Por que essa carne sofre?

Frio congela a carne,
Deixa-a empetrificada.
A carne é bela,
Singela vítima de suas próprias ações desnorteadas.
Vive em celas, essas carnes...
Sem saber qual a próxima vela a ser acesa.
Por que não somos livres?

Essa carne chora,
Em momentos não raros implora
Por misericórdia e superação.
Mas o que se vê sempre é intolerância e auto-destruição.
O livre arbítrio é o mal de existir?

3 comentários:

Victor Hugo disse...

Não tenho muito a comentar. Mas acho que é um texto que desafia À descrição da carne e de sua "prisão" involuntária. Ela mesma lhe dá o destino?! É.É um assunto a se questinar.

†USEYOURMIND† disse...

Hola!! soy del face sickness maggot =)
Escribis cosas muy bonitas ^^
te deseo lo mejor ^^
que andes bien!!
(Sic)kness

Eber Vasconcelos disse...

O bom é isso,meu amigo Victor,questionar!Meus textos são questionamentos humanos e nada mais,e esses questionamentos nos levam a buscar respostas,nessa busca crescemos e nos libertamos.

Sick... Nice to meet you! I'm feeling very happy,because you are a special girl.You have a eyes of the night.

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